domingo, 9 de outubro de 2011

Steve Jobs: Ele ganhou o mundo inteiro...


Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos o empresário Steven Paul Jobs, criador da Apple, maior empresa de capital aberto do mundo, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad. Jobs era considerado um "guru" do mundo tecnologico e empresarial. Suas afirmações eram tidas como profecia do que poderia e iria dar certo! Era um verdadeiro ídolo no mercado financeiro ligado a área de tecnologias. Sua fortuna era imensa! Contudo, mesmo com tanta riqueza, morreu aos 56 anos, vítima de um câncer que combatia desde 2004.
De nada valeu toda a sua riqueza, toda a sua fama, todo o seu prestígio.Nesta hora me recordo das palavras de Salomão ao dizer: "Porque o que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo também sucede aos animais, e lhes sucede a mesma coisa; como morre um, assim morre o outro; e todos têm o mesmo fôlego, e a vantagem dos homens sobre os animais não é nenhuma, porque todos são vaidade."(Eclesiastes 3.19). Para o pregador Salomão "tudo é vaidade", tudo é passageiro, todos voltaremos ao pó da terra (Eclesiastes 3.20) e prestaremos contas diante de Deus. Não conheci o coração de Jobs, não sei se ele em seu leito de morte arrependeu-se de seus erros e devaneios cometidos durante toda a sua a vida, mas de uma coisa sei: todo seu prestígo não foi suficiente para livrar seu corpo do destino dado a todo homem, a morte. Agora se ele não poder fugir da morte, poderá fugir do juizo de Deus e do Tribunal de Cristo (Romanos 14.10)?
Veradeiramente espero que Jobs tenha se arrenpendido e aceitado a Cristo como seu Senhor, pois assim nos ensinou Jesus: "Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?"(Mateus 16.26)
Lembremos das sábias instruções da Palavra de Deus "De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem."(Eclesiastes 12. 3)


Em Cristo,

Jefferson Rodrigues

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Igreja Mundial lança o “Martelo da Justiça” por doação R$1000 para quebrar os todos seus problemas


Após a Igreja Mundial do Poder de Deus lançar a toalhinha milagrosa, foi retomada a campanha do “Martelo da Justiça”. A Igreja ofereceu o martelo para os fieis que desejam quebrar seus problemas. “Você vai tocar com ele naquilo que você deseja que seja quebrado, que seja esmiuçado”, afirma o Pastor que oferece o martelo no programa de TV da igreja.

A Igreja Mundial do Poder de Deus está se especializando em objetos proféticos, sempre idealizados pelo fundador da igreja, o Apóstolo Valdemiro Santiago. A “toalhinha milagrosa” teve grande repercussão entre os fieis da Mundial, gerando testemunhos como o do homem que devia R$ 18 mil e esfregou a toalhinha na porta do banco, fazendo com que a suposta dívida desaparecesse.

Os fieis que desejam obter o martelo, precisam contribuir com “uma ofertinha de R$ 1 mil”, afirma o Pastor que anuncia o produto. Os interessados são orientados a ligar para um número que aparece na tela ou visitar o site da igreja e preencher um cadastro solicitando o “Martelo da Justiça”. “Nós enviamos pelos Correios a você”, afirma o Pastor.

Assista o vídeo:






Fonte: Portal gospel+

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Livre estou! Livre sou! Pela Graça de Jesus Livre Sou!




Texto base: "Não manuseie!", "Não prove!", "Não toque!"?

Caros irmãos e leitores, quando me propus a escrever sobre este tema, liberdade cristã, fiquei pensado como seria recepcionado no meio do qual eu faço parte (pentecostal e tradicional), contudo, não poderia ser covarde e me eximir de apresentar a minha visão – balizada, é claro, por uma leitura sadia da Palavra de Deus - sobre um tema tão polêmico e muitas vezes taxados de LEGALISMO ( termo que em parte eu concordo). Sabemos que Igrejas como a Assembléia de Deus, Congregação Cristã, Deus é Amor entre outras pentecostais, mantiveram e ainda matem uma postura rígida quanto a muitos costumes de seus membros. Porém, a pergunta que faço é: Tais posturas baseiam-se apenas em legalismo? Seria falta do conhecimento da Palavra de Deus? Ou seria apenas a manutenção de um costume social, que criou aspecto espiritual? São muitas indagações que poderíamos fazer, contudo, quero focar este artigo em dois extremos: De um lado aqueles que impõem dogmas tão pesado que não somos capazes de carregar. Do outro aqueles que pregam a liberdade excessiva, que permeia a libertinagem.

· “Pegando pesado”

Falamos aqui dos grupos radicais, que ainda estão muito ativos em varias denominações. Para tais pessoas a santidade será atingida pela guarda de diversos complementos para o sacrifício de Cristo. Para justificarem suas posições apresentam textos bíblicos totalmente fora de seu contexto, como por exemplo: “Não haverá traje de homem na mulher, e nem vestirá o homem roupa de mulher; porque, qualquer que faz isto, abominação é ao Senhor teu Deus.” (Deuteronômio 22:5). Ora, para os que sustentam, por exemplo, que saia é roupa de mulher, e calça de homem, o contexto do texto refere-se a se portar, a querer ser, fazendo uso de vestimentas do sexo oposto, assim como fazem aqueles que optam pela homossexualidade e assumem a conduta do sexo oposto ao seu. O texto não trata de moda, afinal a moda é uma questão social e cultural, nada tem haver com a intenção original do texto. Vejamos estas fotos do início do século Vinte ( 1911-30), onde são apresentadas mulheres que tiveram uma comunhão com Deus, como as missionárias Sara Berg e Frida Vingren, em comparação a outra mulher que não era evangélica:




Tanto as nossas irmãs missionárias, como a distinta senhora (aparentando ser bem mais jovem que as irmãs) usavam saias, pois esse era os costumes para senhoras respeitáveis na sociedade brasileira no inicio do século XX. Em contrapartida o uso de calça, bem como terno e gravata era trajes típicos das vestimentas masculinas, ou das mulheres adeptas dos movimentos revolucionários socialistas e anarquistas, que em sua essência era contrario a qualquer postura cristã, ou qualquer uma tida como moralmente aceitável pela sociedade brasileira. Vemos também atrizes de cinema usarem calças, que a grosso modo, era comparáveis a prostitutas, veja foto:


Portanto, qualquer família “de bem”, nas décadas de 20,30 não veria com bom olhos a decisão de sua filha usar calça, muitos menos com satisfação.

Esta mentalidade enraizou-se nos Arraiais evangélicos e se perpetuaram durante muito tempo como um dogma bíblico, contudo, não passava de uma questão cultural e temporal, portanto passível de ser abolido.

Outro ponto muito abordado seria o de assistir ou não televisão, quanto a este ponto não me prolongarei, pois ficou mais que provado que o mal não está em ver TV e sim no que se vê (Mateus 6.23). Nesta mesma linha seguem a proibição de jóias, maquiagem, prática de esportes e uma infinita lista, que de forma resumida serve para “santificar” os crentes. Mas será que serve mesmo? Responderei com o apostolo Paulo ao afirmar que: “Essas regras têm, de fato, aparência de sabedoria, com sua pretensa religiosidade, falsa humildade e severidade com o corpo, mas não têm valor algum para refrear os impulsos da carne.”(Colossenses 2:23). Com isto, não tiro o valor social que alguns hábitos possuem, como por exemplo, para dar identidade a um grupo, porém não há respaldo bíblico na dispensarão da Graça para "Não manuseie!", "Não prove!", "Não toque!"? (Colossenses 2:20). Estaria eu concordando com a liberdade excessiva? Vejamos, então....

· Agora é “oba, oba”!

Em oposição aos extremistas evangélicos tem a turma do “tudo me é permitido”, semelhante aos Coríntios (1corintios 6.12). Com base neste discurso, se entregam aos desejos da carne, através de uma sensualidade desenfreada, dando vazão aos frutos da carne (Gálatas 5:19). Seria uma contradição da Bíblia? Claro que não! Os bons costumes não devem ser impostos, porem eles devem brotar na vida do Cristão. Imaginem vocês, tem Igrejas batizando “irmãos” em toboágua, e o pior as irmãzinhas usando roupas extremante sensuais, CLIQUE AQUI e veja a cena patética. Outros fazem do culto uma verdadeira balada Gospel, veja reportagem da REVISTA ÉPOCA. São condutas que não condizem com o espirito que habita no Cristão.

A Palavra de Deus deve ser o padrão na vida do crente em Jesus, para isso Paulo nos aponta a solução, em uma Igreja que achava que por ser livre podia fazer tudo, vejamos o que diz: "Tudo me é permitido", mas nem tudo convém. "Tudo me é permitido", mas eu não deixarei que nada me domine.”(1 Coríntios 6.12). Com esta posição moderada Paulo dizia que nada seria proibido para um cristão que verdadeiramente nasceu de novo, porém, caberia a ele mesmo, julgar se tal atitude, se tal roupa, se determinado comportamento na Igreja deve ou não ser utilizado. Sendo que está decisão seria mediada única e exclusivamente pelo Espírito Santo de Deus, que faz morada no crente( 1 Coríntios 6:19).

· E agora o que devo fazer?

Você deve agir em conformidade com a Palavra de Deus que nos ensina que “Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas.”(Felipenses 4:8). Com esta afirmação entendemos que para o Cristão, não interessa o que nos dizem, mas sim o que a Palavra de Deus fala e ela não deixa espaço nem para legalismo excessivo nem para a liberdade exagerada. A moderação é o ponto chave de toda a questão, e o modelo Fruto do Espírito, que é: “[...] alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei.” ( Gálatas 5:22,23)

Em Cristo,

Jefferson Rodrigues


terça-feira, 4 de outubro de 2011

MACUMBA GOSPEL: VEJA A SESSAO DESCARREGO IURD (UNIVERSAL)



NÃO SEI NEM O QUE DIZER!!!...DEIXE SEU COMENTÁRIO SOBRE ESTA URUCUBACA GOSPEL!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Mais propaganda espírita na Superinteressante


Na semana passada, foi a vez da revista Épocadar sua contribuição para a disseminação da ideologia espírita, com a matéria de capa sobre o “tratamento” espiritual que o ator Reynaldo Gianecchini está buscando para seu câncer. Agora é a vez de a revista Superinteressante (outubro) incensar uma vez mais o espiritismo, com a matéria de capa “Ciência espírita” (sic). Conforme demonstro em meu livro Nos Bastidores da Mídia, não é de hoje que a imprensa secular de modo geral e aSuperinteressante, em particular, publicam textos/reportagens/documentários (sem contar os muitos filmes) com conteúdo de apologia à doutrina de Allan Kardec e suas variantes. O espiritismo e a parcialidade escancarada estão em alta na mídia – só não vê quem não quer.

O subtítulo da matéria da
Super não esconde o jogo: “Espíritos existem? E reencarnação? Para alguns cientistas, sim. São pesquisadores sérios, do mundo todo, Brasil incluído, que buscam provas sobre a existência da alma. E eles já conseguiram resultados surpreendentes.”

Curioso: muitos cientistas sérios, do mundo todo, Brasil incluído,
acreditam no criacionismo e muitos mais ainda duvidam da validade do darwinismo(especialmente da dita macroevolução), mas esses nunca mereceram uma capa simpática da Superinteressante. Um título como “Ciência criacionista”, então, só em sonhos! É exatamente isso que eu chamo de parcialidade e mau jornalismo. Pau na “subjetividade criacionista” e benefício da dúvida para as alegações sobrenaturais dos espíritas.

A
Super já abordou o tema algumas vezes, quase sempre na capa e sempre de maneira positiva (coisa que não pode ser dita das pautas sobre assuntos bíblicos). Desta vez, a revista cita pesquisadores fascinados pelo mundo dos espíritos e divulga alguns testemunhos impressionantes. O fato é que a cura existe, mas quem garante que o poder por trás dos “milagres” tem que ver com os supostos espíritos dos mortos? Por que a ciência (ou, pelo menos, a ciência apresentada pela revista), neste caso, aceita tão facilmente a metafísica espírita? E se o poder sobrenatural for de outra natureza? Como aferir/investigar isso?

Note o perigo nas palavras de Eurípedes Miguel, chefe do Departamento de Psicologia da USP: “A medicina está se movendo de um eixo (que tinha como meta combater a doença) para outro (que privilegia a promoção da saúde). Estamos interessados em qualquer método que possa ajudar as pessoas, mesmo que fuja aos nossos padrões.” Com o perdão da comparação um tanto forçada, Saul, no afã de vencer uma batalha contra os filisteus, também não se importou com os métodos e foi consultar uma feiticeira. Se você não conhece o fim dessa história,
pesquise na Bíblia. Em nome da cura, valem quaisquer recursos? Mesmo que isso envolva flertar com o inimigo?

Depois de adular o espiritismo ao longo de dez páginas,
a revista que parece não gostar de fazer perguntas dedica apenas pouco mais de 20 linhas para questionar a tal “ciência espírita”. Mesmo assim, conclui deste jeito: “Com tantas evidências contra, é difícil não acreditar que os pesquisadores de reencarnações [sim, a matéria também trata dessa ‘ciência’], EQMs e afins se movam mais pela fé do que pela curiosidade científica. Mesmo assim, continua sendo uma forma de ciência, já que a busca é por resultados concretos. Se um dia eles vão chegar a esses resultados? Quem viver verá. E quem morrer também.”

Quem morrer verá?
Com essas palavras, a Super confirma sua vocação para o espiritismo e a crença na vida após a morte. Ah, se os criacionistas contassem com, pelo menos, dez por cento dessa boa vontade...

Michelson Borges
http://www.criacionismo.com.br/

Dica de nosso irmão Samuel Maia

sábado, 1 de outubro de 2011

Judas escolheu a morte. E você?



Texto base: "Hoje invoco os céus e a terra como testemunhas contra vocês, de que coloquei diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a maldição. Agora escolham a vida, para que vocês e os seus filhos vivam” (Deuteronômio 30.19)

Um dos personagens mais controversos existente na Bíblia, em especial no Novo Testamento, é Judas Iscariotes. Na história do cristianismo ele tem provocado amor, tendo inclusive seguidores, ódio, compaixão e ira. Todos estes sentimentos são motivados pela ação que marcaria a sua vida, a traição e entrega de Cristo aos judeus. Mas será que foi apenas Judas que traiu Jesus? Veremos que não. Contudo ficará claro a diferença entre este e os demais apóstolos.

A respeito do caráter de Judas e seu comportamento como discípulo de Cristo, deixaremos claro que desde o princípio ele teve intenções não muito honestas, como por exemplo, furtar o dinheiro que lhe foi entregue para administrar (João 12.6), além de não compreender o que era mais importante para o reino de Deus. Contudo, ele não era o único que não compreendia o propósito de Deus para sua vida, assim como para humanidade. Vejamos o caso de Pedro.

Pedro era um homem rude, um simples pescador (Mateus 4.18) e como tal, levava uma vida sem requintes educacionais, porém ao ouvir Jesus chamá-lo, não teve dúvidas seguiu o mestre (Mateus 4.20). Mesmo diante desta ação, a vida de Pedro é marcada por autos e baixo. Em um instante ele deixa Deus usar os seus lábios ( Mateus 16.17) e no momento seguinte deixa o diabo usá-los( Mateus 16.22). Num momento sente-se tão forte espiritualmente que decide andar sobre as águas, a exemplo de Jesus (Mateus 14.28), e em seguida afunda por sua fé ser apenas aparente (Mateus 14.31). Pedro era um homem cheio de paixões, com as emoções a flor da pele e que mesmo ouvindo diversas vezes o Mestre dizer que teria que morrer na cruz, ele não compreendia e ainda afirmava que nunca deixaria o Mestre (Mateus 26.33). Contudo, este mesmo discípulo que afirmou: “[...] Ainda que todos se escandalizem em ti, eu nunca me escandalizarei.” (Mateus 26.33), traiu Jesus, negou por três vezes que o conhecia. Pedro teve medo do que todos poderiam pensar a seu respeito, ou ainda, teve medo de passar pelo mesmo sofrimento que Jesus passava. Sua angustia foi tremenda! A Palavra de Deus usa uma expressão que mostra o peso da traição para Pedro, ela afirma que “[...] saindo dali, Pedro chorou amargamente”(Mateus 26.75). Ele sabia o erro que tinha cometido ao negar que conhecia Jesus por três vezes. É neste ponto que podemos ver sua semelhança com Judas.

Judas também percebeu que tinha cometido um erro (Mateus 27.3), tanto que devolveu as moedas que recebera para trair Jesus. Mas o que o tornou diferente de Pedro? E dos demais discípulos que não estavam nem presentes durante o julgamento de Jesus? Por que ele escolheu a morte? São muitas indagações sobre este personagem, porém, uma resposta temos com toda convicção: ele não conhecia o amor de Deus. Todos os demais apóstolos erraram, todos abandonaram Jesus, portanto, traíram o Mestre. Mas eles não desistiram, eles compreendiam que o Senhor podia lhes perdoar, ainda que seus pecados fossem grandes, sabiam que maior seria a misericórdia de Deus (Lucas 7.47), pois “[...] ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.”(Isaias 1.18). Esta é a promessa que o Senhor tem para todos que se arrependem de seus erros. Contudo, Judas não creu nesta promessa, ele preferiu deixar a culpa, o remorso encher seu coração e por fim entregar sua vida nas mãos do diabo que tenta a todo custo destruir a vidas das pessoas (1 Pedro 5.8). Judas, enforcou-se (Mateus 27.5)

Aprendemos uma forte lição ao analisarmos estes dois casos. Percebemos que somos passiveis de pecar (Romanos 3.23), de trair Jesus, nos tornando culpados da morte de Cristo (1 Coríntios 11.27), mas como vamos encarar este momento? Seguiremos o exemplo de Pedro ou de Judas? Pedro reconheceu seu erro, arrependeu-se e continuou a caminhada, agora com mais maturidade, com mais sabedoria e menos euforia (João 21.17) e tendo a certeza de que temos um advogado, que chama-se Jesus Cristo o Justo (1 João 2.1).

Assim, por mais que você tenha errado não desista! Não deixe o inimigo sufocar você, saiba que “[...] onde o pecado abundou, superabundou a Graça” (Romanos 5.20). A misericórdia de Deus é maior na sua vida e não se esqueça que Jesus veio para salvar o mundo e não para condená-lo (João 3.17), porém, Ele só te pede uma coisa: “[...] vá e não peques mais”(João 8.11).

Esperançosamente em Cristo,

Jefferson Rodrigues.