sábado, 10 de dezembro de 2011

Sou um escolhido de "deus"! Será?


Texto base: É necessário que ele cresça e que eu diminua”. (João 3.30)

“Sou escolhido de ‘deus’ para ocupar este cargo”! Eita frasezinha usada, no meio do nosso povo evangélico! Quantas atitudes injustas foram produzidas pautadas nesta afirmação ou em outras de mesmo sentido, como por exemplo, “não toques no ungido do Senhor”. São pessoas que se utilizam de sua posição diante da comunidade cristã para cometer as mais diversas barbaridades. São homens e mulheres que preferem ver sua vida crescendo ao invés de verem o nome de Jesus sendo exaltado. Nos últimos dias temos acompanhado pela televisão e internet inúmeros debates e discussões entre homens que se dizem escolhidos por Deus, todos com o único objetivo: disputa pelo poder! Mas este é o padrão deixado por Cristo? É claro que não! Este é o modelo típico de homens. Homens que buscam sua própria gloria ao invés de buscarem glorificar o nome do Senhor Jesus através de suas boas obras (Mateus 5:16).

Entre os próprios discípulos de Jesus houve disputa por poder, queriam saber quem era o maior no Reino do céu (Mateus18: 1). Agora observem, eles andavam com Jesus, ouviam seus ensinamentos, viam o que Jesus fazia, mas mesmo assim não compreenderam a mensagem do amado Mestre. Em meio a discussão entre os discípulos, Jesus foi obrigado a dizer que eles não eram convertidos (Mateus 18:3) e que era necessário eles se fazerem iguais a meninos. Com esta atitude, Jesus deixava claro que não era com disputa por poder ou por ocupar o melhor cargo, usar a melhor roupa, possuir a maior igreja, que um discípulo entraria no Reino do céu, ou seja, que seria verdadeiramente salvo. Antes era sua conduta sincera, sua humildade (v. 4) que lhes garantiriam esta possibilidade.

Infelizmente amados, a coisa tem sido bem diferente em nossos dias, é o homem que se sobressai ao direcionamento de Deus. São pastores e obreiros se digladiando, se ofendendo, e até mesmo deixando de se relacionarem apenas porque o outro não concorda com sua opinião! Meus amados precisamos conviver com o diferente, o que não implica eu concordar sempre com o que ele me diz. Um filosofo francês do século XVIII chamado Voltaire disse a seguinte frase:Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.” Com esta afirmação, Voltaire defendia o direito de expressão alheia, contudo, não se colocava na condição de capacho de ninguém, pois poderia discordar com o outro, sem contudo o impedir de se expressar. Veja bem, este pensamento foi desenvolvido e defendido por alguém que não se dizia cristão, por um homem que nem mesmo acreditava nos ensinamentos de Jesus! Agora me digam será razoável em nosso meio haver “ditadura” da palavra, onde somente o que você diz é o que está correto? Como diz a Palavra de Deus “[...] porque os filhos deste mundo são mais prudentes na sua geração do que os filhos da luz.”(Lucas 16:8b).

Você pode estar se perguntando: Mas de que você esta falando mesmo? Bem, não irei me reportar a nenhum evento específico [pelo menos neste espaço], mas quero dizer que nós enquanto povo de Deus somos livres (João 8:32; Romanos 8:1) e temos liberdade de expor nossa opinião, liberdade para escolher nossos líderes, sem estar sendo ameaçado de um castigo eterno, como fez a igreja católica, durante a Idade Média. E quanto a estes “líderes”, que se utilizam de manobras psicológicas ou políticas para oprimir, ou supostamente conduzir, o povo de Deus, eles sim irão prestar contas diante do Senhor (Hebreus 13:17) por cada ovelha que lhes foram entregues e foram negligenciadas por razões pessoais.

Saiba que nem todos que exercem um cargo de liderança são escolhidos de Deus, muitos casos são frutos de interesse meramente humanos. Temos diversos exemplos na Palavra que nos mostra como o Senhor Deus PERMITIU e não ESCOLHEU, alguns homens responsáveis por liderar o povo Dele, como foi o caso da maioria dos reis de Israel depois de Salomão (cf. os livro de Crônicas e Reis). Contudo Deus responde aos anseios do povo, fazendo com que eles aprendam com suas próprias escolhas. Por isso meu irmão não entre nesta onda de escolhido de ‘deus’, saiba que a palavra nos dá a receita para saber quem são homens e mulheres escolhidas verdadeiramente, não de ‘deus’, mas do Deus Todo Poderoso, e a receita é bem simples. Entre vários “ingredientes” que um líder escolhido por Deus deve possuir citarei 3 que, a meu ver, são fundamentais:

a) TEM HUMILDADE - “É necessário que ele [Jesus] cresça e que eu diminua”. (João 3.30)

b) DÁ BONS FRUTOS - "Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores. Vocês os reconhecerão por seus frutos. Pode alguém colher uvas de um espinheiro ou figos de ervas daninhas?”(Mateus 7:15,16, NVI)

c) PRIORIZA O EVANGELHO – “O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios. Tais ensinamentos vêm de homens hipócritas e mentirosos, que têm a consciência cauterizada [...] Rejeite, porém, as fábulas profanas e tolas e exercite-se na piedade.” (1 Timóteo 1,2,7)

Se o seu líder possui estes ingredientes, então ele realmente é um escolhido de Deus e fará o que é melhor para o povo de Deus! Reflitam sobre isto e que o Senhor nos dê entendimento para compreender o que é do homem e o que provém do Eterno.



Pronto a servir em Cristo,

Jefferson Rodrigues

Pastora argentina promove culto com apresentação de travestis em boate de strip-tease


Na avenida Corrientes, entre letreiros em neon, fotos de mulheres semi-nuas nas propagandas dos musicais em cartaz, bares e livrarias que viram a noite, está o teatro Moulin Bleu. A entrada é uma pequena porta na esquina da Rua Rodriguez Peña onde um senhor anuncia que é de graça a entrada nas segundas-feiras à noite. É um teatro? Não, é um culto evangélico. Ou melhor: um show de talentos evangélico.

O teatro fica no segundo andar do prédio. A meia luz, famílias inteiras, prostitutas e travestis aguardam enquanto crianças e garçons circulam pelos corredores. Durante toda a noite é possível comprar vinho, cerveja e whisky e pedir uma pizza. Uma ajudante passa distribuindo folhetos entre as mesas com as informações sobre o culto, que é chamado “Predicando entre Plumas y Strass”.

O culto no Moulin Bleu começou há seis anos com o pastor Diego Gebel. Ele morreu em maio do ano passado, aos 47 anos, depois de ter uma parada respiratória enquanto se recuperava de um cateterismo. Quem assumiu a condução do culto foi a viúva dele, Mabel.

É Mabel Gebel, cabelos loiríssimos, vestido preto e capa cintilante, quem abre o culto, às 22h. Ela explica o conceito da noite para os estreantes: Deus ama a todos sem distinção e por isso ela discorda dos evangélicos que têm preconceito contra travestis, prostitutas e homossexuais. No “Predicando entre Plumas y Strass”, entra quem quer, se apresenta quem quer.

Mariana A, uma travesti de vestido longo, (foto) entra em seguida para fazer um show caribenho acompanhada de dois dançarinos de short curto e sem camisa. Ao longo da apresentação, o vestido é arrancado e ela fica com a bunda à mostra. Os seios em algum momento também vem à público.

Uma senhora ao meu lado, chamada Juana, contou que assiste ao culto toda semana há seis meses, desde que precisou fazer uma cirurgia no joelho e veio morar em Buenos Aires com o filho mais novo. Ele trabalha como ator, visita hospitais infantis da cidade fazendo apresentações circenses e nas segundas-feiras se apresenta no Moulin Bleu.

A noite segue com uma das filhas da pastora cantando uma música evangélica e outra filha fazendo um esquete de humor com um homem que, na verdade, era o porteiro do começo da noite. Mariana A. e outra travesti mais velha, loira, são as que mais fazem apresentações, quase sempre começando deslumbrantes e terminando semi-nuas. Entre um e outro, entra a pastora Mabel para pregar. No discurso mais longo da noite ela contou a história de Davi e Golias. Depois anunciou que mais tarde iria levar a palavra do senhor a um cabaré.

Duas horas depois, o show chegando ao final, chega a vez do filho da Juana. Ele entra no palco fantasiado de Evita Perón, vestido longo, maquiagem pesada e peruca loira. Com caras e bocas, cantou “Don’t cry for me, Argentina”. Juana não chorou, mas ficou emocionada.

***
Terra Magazine, via Pavablog.


Comentário do Púlpito Cristão:

Quando li a chamada, tratei de “repreender” meu coração fariseu, afinal, “que lugar mais interessante para pregar o evangelho do que um cabaré?”. Falta aos cristãos coragem para ir a estes lugares e anunciar o evangelho da salvação eterna. No entanto, bastou ler algumas linhas para perceber que nao se trata de evangelismo, mas de acomodação ao estilo de vida pecaminoso, apenas simbiose carnal e nada de evangelismo bíblico e autêntico.

Na tentativa de tornar o evangelho cool, pessoas sem nenhum compromisso com Deus e sua Palavra criam igrejas alternativas que na maioria dos casos, não possuem nenhuma semelhança com a igreja bíblica neotestamentária. No final das contas, o que Mabel Gebel promove é, na melhor das hipóteses, uma reunião de auto-ajuda em um cabaré da cidade. Nada de evangelho. Não há nada de culto a Deus.

Que Deus nos livre desse pragmatismo insustentável e injustificável, que está destruindo o testemunho dos cristãos. Que Deus nos livre deste evangelho “inclusivo”, imoralidade das imoralidades, sem nenhum respaldo em Deus.


FONTE: www.pulpitocristao.com

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

PENÚLTIMA PARTE: MISAEL, PODERIA SER VOCE!


CONFIRAM: PARTE I (clique aqui)

PARTEII (clique aqui)

[...]Na volta do interior começamos a investir na nova “mercadoria” e eu já fazia parte da equipe que entregava a droga e cobrava o dinheiro. Assim como o dinheiro aumentava, neste negocio, aumentavam as dificuldades. E começamos a nos preocupar com rivais que também distribuíam drogas. O André me falou de uns caras do outro lado da cidade já estavam de olho em nosso “negócio”. Sabe, nem preocupei, achava que era bobeira, paranóia do André. O que eu queria mesmo, era aproveitar o máximo e cheirar até a última carreira de pó.

· Mudanças à caminho

Já iriam completar dois anos que tinha saído de Rio Calmo e me sentia muito bem sem meus familiares. Até que numa bela tarde, ao chegar em casa, encontro meu pai. De cara, vou logo fazendo várias perguntas:

- O que o senhor faz? Quem te deu meu endereço? O que houve em Rio Calmo para vir até aqui?

Ele com a calma de sempre me responde:

- Nada disto importa filho, apenas queria ver como você estava. E seu endereço peguei com a prima do seu colega que foi até Rio Calmo.

Mais calmo, tentei disfarçar e fui perguntado:

- O Senhor vai demorar muito por aqui? (Queria me livrar dele o mais rápido possível)

Não tirei da cabeça a expressão do rosto dele ao dizer:

- Não se preocupe comigo meu filho, eu estou bem. Apenas passei para te lembrar que eu estarei sempre esperando você retornar a sua casa. E não esqueça, você tem uma família que te ama muito.

Após algumas horas meu pai se foi, e confesso, fiquei meio abalado, mas nada que alterasse minha rotina de festa, “trabalho” e diversão!

Naquela noite eu e o André fomos fazer mais uma entrega, desta vez era na região dos inimigos, no bairro Vila Nova. Por conta disto, levamos mais dois parceiros, todos armados, não sabíamos o que poderia acontecer. Ao chegarmos no bairro Vila Nova, seguimos para uma rua estreita e escura, local onde costumeiramente ficavam viciados. Ao chegarmos em frente a um prédio abandonado, um homem com uma fisionomia agressiva e com uma pistola na cintura nos recebeu e foi logo dizendo:

- O chefe espera por vocês lá dentro!

Confesso que fiquei com medo, mas o dinheiro proposto pela “encomenda” valeria apena. Subimos por uma escadinha escura, iluminada apenas por uma luz de segurança. Chegamos no terraço do galpão, e ao fundo um homem de meia idade, trajando uma camisa social branca, e uma calça bem usada, com um semblante extremamente amistoso nos recebeu e foi nos cumprimentado:

- Sejam bem vindos amigos, eu sou o Rogério. Trouxeram o que pedi?

Realmente, ele não tinha cara de perigoso. Podemos então relaxar e negociar com o Rogério. Fizemos a entrega e recebemos todo o dinheiro combinado. Era sair dali e curtir mais uma noite, cheio da grana! Descemos as escadas e seguimos para o carro onde estavam os dois parceiros nos esperando. Ai começou o inferno...

Eu ainda entrava no carro quando observei aquele homem mal encarado que nos recebeu vindo em nossa direção. Desta vez vinha com mais dois. Avisei ao André, mas ele achava que fosse nova encomenda e se dirigiu a eles. Eu permaneci no carro. Quando de forma surpreendente, aquele homem saca de sua pistola e dispara dois tiros contra o André. Eu fiquei em pânico. De imediatamente os dois caras que estavam com a gente, começaram a trocar tiros com os homens do Rogério. Foi uma cena chocante!

Eu não sabia em que lugar me esconder, minha mãos estavam suando, minhas pernas tremiam e só conseguiam pensar que iria morrer! Até que, não sei de onde, consegui tirar forças e enquanto os tiros zuniam eu segui para o volante do veículo e saí dali com a maior pressa possível. Naquele momento não pensei em nada, nem no André estendido no chão, nem nos parceiros que ficaram no local, eu queria fugir. E assim segui, desesperadamente em direção ao centro de Prazeres, onde ficava meu apartamento. O medo dominava minha mente, não conseguia tirar da cabeça o sangue jorrando do peito do André e ele caindo no chão. Estava em pânico!

Decidi me esconder por alguns dias. Mas não tinha como, eram clientes querendo saber de “entregas” e um novo ingrediente foi acrescentado ao meu caldeirão de problemas: a polícia. A entorpecentes já estava nos monitorando há alguns meses, e eu nem imaginava, contudo, com as mortes que ocorreram em Vila Nova, agora eles estavam no meu encalço, pois câmeras de seguranças gravaram a placa de meu carro. Eu estava perdido, nunca uma frase encaixou-se tão bem em minha vida como esta: “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”. Estava pensando em parar, eu estava morrendo de medo de ser preso ou morrer! Só que tinha mais um problema, eu também era viciado e precisava de dinheiro para manter meu vício. Foi aí que decidi dar continuidade ao negócio. Só que aconteceria o inevitável....

· O inferno em minha vida

Alguns meses se passaram depois da morte do André. Eu continuava com a rotina de “vida louca”. Já tinha arrumado novos parceiros e andava sempre armado, com medo das tretas que poderiam me desafiar. Era como andar numa estrada cheia de minas explosivas, a qualquer momento poderia ser explodido por uma delas. Andava assustado dia e noite, mas não deixava de “trabalhar”, vendendo ilusões, momentos de prazer.

Mais uma noite terminou, seguia para casa por volta das 4:00h da manhã. Subi para meu apartamento, esquentei um fatia de pizza que tinha na geladeira, tomei uma lata de cerveja e dormi. Parecia mais uma noite comum, só que aquele acordar seria diferente.

Por volta das 6:30h acordei assustado. Eram batidas fortes na porta. Ao perguntar quem era, ouvi a resposta que não queria receber:

- Aqui é a Polícia! Abra a porta ou vamos invadir! Temos uma mandado de prisão contra você!

Pensei em reagir, em fugir, pensei em tudo, menos em me entregar. Mas não tinha para onde fugir. Meu sonhos foram transformados em meu pior pesadelo, segui para a delegacia de entorpecentes e em seguida para o inferno na Terra: o Centro de Detenção Estadual....


EM BREVE O ÚLTIMO EPISÓDIO DESTA SÉRIE, AGUARDEM!


Em Cristo,

Jefferson Rodrigues.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Forró Gospel: “Meu paredão é de Jesus” #TabajaraGospel


Por Antognoni Misael

Mais uma vertente musical vem se destacando nos autofalantes do Nordeste evangélico: é o forró eletrônico. Faço menção aqui do grupo “Expresso Pentecostal”, que não deixa de ser uma réplica do forró estilo “Calcinha Preta”, “Limão Com Mel”, etc., e que vem sendo alternativa comum em festas, retiros e comumente figura como fundo musical no cotidiano dos sons dos automóveis convertidos.

Mas o destaque 2011 fica para batida envolvente do tal “Forró do Felipão”, ‘ex-forró moral’. Felipão, que antes compunha o rentável mercado do forró de plástico e realizava várias turnês por todo Norte/Nordeste levando “cachaça e pegação” à moçada, após se declarar um nova criatura, decidiu se manter na vertente musical de origem e inserir letras demasiadas “cristãs” – agora, diferentemente ele leva Jesus e Salvação!

Com o seu sucesso mais conhecido, “Meu paredão é de Jesus”, o irmão tem causado polêmica entre a opinião de grupos evangélicos: ‘conservadores versus estrategistas’ – afinal o som do Felipão é evangelístico? Ele se faz de louco pra ganhar os tolos? (isso é outro debate!) Entretanto, sem fazer juízo de valor, até porque não conheço a bem o “Forró do Felipão”, o que me preocupa é observar que no pretexto de se ganhar pessoas para reino, a música dita cristã, chegue a profundos níveis de pobreza poética, letrista, instrumental e teológica. CONFIRA O VIDEO ABAIXO E DEIXE SEU COMENTÁRIO:


Não simpatizo de forma alguma com a “proeza” de se ter no nosso meio, réplicas de gente com tanto mau gosto. Vivemos numa democracia – Certo!, mas não somos obrigados a achar belo o que não se reconhece como ridículo. Outra coisa, não me venham com a desculpa de que Deus o usa grupo A ou B – claro que Deus usa quem Ele quer, se usou uma mula, obviamente poderá usar humanos, dos mais pífios aos súditos. Mas isso não significa aprovação; alguém pode ser usado sem portanto obter aprovação do Senhor. (A Bíblia é cheia de exemplos assim!)

Seguindo a tendência atual de decadência musical evangélica, certamente logo teremos algumas versões de uma suposta “Garota ex-safada”, “Aviões do Forró Gospel”, “Calcinha ex-Preta (mas agora Branca como a neve)”, “Luan Santana do Senhor”… Aliás depois que a marca do gospel mostrou pra que veio, muita gente promete estrear com pé direito ne$te mercado de GeZui$$. Não esqueçamos, o cantor Latino dias atrás profetizou que logo logo virá!! #Aleluia!

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FONTE: Antognoni Misael é pós-graduando em história da música, editor do Arte de Chocar e colaborador do Púlpito Cristão

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Seria um strip-tease gospel? Igreja coloca jovens para dançar de cuecas em evento gospel!

Por Leonardo Gonçalves

Meus amigos, o que é isso?

Já vi muitas coisas nessa curta vida, e todos os dias denunciamos a apostasia da igreja pseudo-evangélica e conclamamos os leitores a voltar aos pilares da reforma e ao verdadeiro evangelho. No entanto, há tempo que não via uma coisa tão baixa como essa. Jovens de uma igreja evangélica fazem evento gospel com direito a dancinha de cueca! (veja vídeo)


Segundo informaçõeses recebidas após a postagem, isso aconteceu de fato na igreja, mas no intervalo entre cultos e pregacoes, e não no momento do culto. Mesmo assim, a danca foi infeliz e na nossa singela opinião, não acrescentou nada à vida dos jovens que estavam presentes. Um momento vergonhoso, que esperamos tratar-se de uma excecão e nao a regra entre aquele grupo de fiéis.

Com muita tristeza vi este vídeo. Recebi ele de um amigo, que com lágrimas nos olhos relatou este e outros fatos nojentos que tem acontecido em igrejas brasileiras.

Que Jesus nos conduza ao verdadeiro evangelho, sem pragmatismos, sem estrelismos e sem dancinhas ridículas que só envergonham os crentes de modo geral.

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Fonte: Leonardo Gonçalves, indignado, no Púlpito Cristão

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

HUMOR: ACERTARAM O VELHO NOEL...KKKK

Série pérolas do facebook

MISAEL: PODERIA SER VOCÊ! - PARTE II

PARA CONFERIR A PRIMEIRA PARTE DA ESTÓRIA CLIQUE AQUI


· Impressões da noite

Fiquei imaginando pra onde íamos. Mas não contei estória embarquei na deles. Seguimos pelas ruas da cidade, era tudo muito novo. As luzes da noite me deixavam como que extasiado, parecia que estava hipnotizado. Passamos por uma rua escura (estávamos no carro do André, um Corsinha preto, ano 98) e ao pararmos no sinal vi uma cena que nunca tinha visto em Rio Calmo: mulheres seminuas se vendendo. Um delas com os seios de fora se encostou no carro e ofereceu seus serviços. André fez sinal para que a moça se aproximasse, quando ela chegou perto... Que surpresa! Um jato de pó branco cobriu aquela mulher. Era uma “brincadeira” costumeira entre a galera do André. Eles costumavam descarregar o extintor de incêndio em cima das pessoas que passavam pela rua, especialmente prostitutas e travestis. No começo me assustei um pouco, mas logo me acostumei e já dava altas gargalhadas com a cara de raiva, medo ou espanto que nossas vítimas faziam, afinal eu acreditava que aquelas pessoas não valiam nada!

Chegamos num lugar bem movimentado, parecia um formigueiro, era uma danceteria. Quando entrei naquele lugar fiquei impressionado com o volume do som, o número de pessoas, as luzes, era tudo muito novo e ao mesmo tempo estranho. Mas não me fiz de inocente entrei na “onda” e comecei a dançar e a fazer algo que nem imaginava antes, bebi minha primeira lata de cerveja. A noite parecia não terminar, e eu com dinheiro, ou melhor, cartão no bolso, não economizei. Tinha que fazer bonito para o André e sua galera, que agora era um pouco minha. Quando tudo já estava bem, me aparece uma morena de cabelos lisos, parecia a Juliana Paes (ou talvez já tivesse bebido muito), chamava-se Adriana, era amiga do André. Logo começamos a “trocar idéias” e no embalo da música, começamos a “ficar” como dizem por aqui. De repente Andréia me oferece uma “bala”(êxtase), era um comprimido colorido. Confesso que não conhecia, mas aceitei. Cara, aquele negocio me deixou elétrico! Parecia que não iria cansar nunca! Queria beber mais, dançar mais e pular até o dia amanhecer! E foi isto que aconteceu...

· O outro dia

Por volta das 5:00h da manhã voltamos para o apartamento do André. Nem me lembro onde cai, sei que dormi e acordei somente a tarde. Sentia meu corpo todo doer, minha cabeça, meus braços, o estomago embrulhava e sentia uma tristeza que não conseguia explicar. Toda aquela euforia da noite parecia depressão agora. Mas eu sabia o que fazer: a noite vou repetir tudo de novo!

Procurei o André para conversamos sobre os planos, sobre o comercio que iríamos começar. Foi ai que ele me disse que estava num negócio que tinha altos lucros, só precisava de um bom investimento. Sem fazer muitas perguntas disse:

-To nessa! O que tenho que fazer.

Ele me respondeu:

-Misael o negocio é o seguinte: Lembra-se da Adriana?

Com um sorriso no rosto disse:

- Claro que sim, como poderia me esquecer!

Ele emendou:

- Tira esse sorriso do rosto que ela será nossa funcionária. Ela será responsável pela distribuição e por arranjar novos clientes.

Perguntei então:

- Mas qual será o produto que vamos vender?

Neste momento o André mudou a fisionomia e me disse:

-Não se preocupa com isso, mas se quer saber vamos trabalhar com “balas”, igual a que você experimentou ontem.

Fiquei meio receoso, mas logo o André me falou que eu não me envolveria nisto. Apenas queria meu “investimento”. Pensei, pensei, e por fim decidi ver no que isto daria.

A noite chega e tudo começa novamente, era festa, bebida, êxtase, mulheres. Estava tudo como eu imaginava. Até a “Juliana Paes” (na realidade era a Adriana) estava namorando comigo. E o melhor de tudo a grana tava entrando. Todo mundo procurava o André e seus representantes, enquanto eu ficava só na diversão! Parecia que tinha acertado na escolha. Com cerca de cinco meses de "investimento" já não andavamos de corsinha, agora eu possuia um carro novo, modelo do ano e o André já fazia planos para comprar um carro esporte modelo importado, afinal o "comércio" estava dando lucros, pois o que não faltava eram "clientes".

Esta cena se repetiu por vários meses, confesso que nem lembrava mais de meu pai ou do meu irmão. Eles até me ligaram algumas vezes, mas fazia questão de não falar com eles. Sabia que não era aquela vida que meu pai queria para mim, pois ele gostava de tudo certinho. Contudo, eu não estava nem aí! Eu estava numa boa e eles em seu mundinho atrasado de religião!

Um belo dia o André me pediu para fazer uma viagem. Eu precisava ir até uma cidade perto daqui. Iria a um sítio buscar uma nova mercadoria. Não contei conversa, fui buscar a encomenda. A coisa estava crescendo tínhamos muitos clientes e cada vez mais exigentes. Começamos a entregar a famosa “bala” em todas as festas realizadas em Prazeres e precisávamos diversificar nosso ramo, e nada melhor do que expandir para a cocaína. É isto mesmo cocaína! Eu já não tinha mais princípios o que me movia era a ganância por prazer e dinheiro. E eu precisava manter minha vida, minhas namoradas, meu vício! Parece loucura, mas já estava viciado, afinal toda noite era aquela rotina, aquela adrenalina e eu sempre buscava mais e mais.

Na volta do interior começamos a investir na nova “mercadoria” e eu já fazia parte da equipe que entregava a droga e cobrava o dinheiro...


DESEJA SABER A CONTINUAÇÃO DESTA ESTÓRIA? DEIXE SEU COMENTÁRIO E COLABORE COM O HISTÓRIA COM CRISTO.

Em Cristo,

Jefferson Rodrigues