quarta-feira, 16 de agosto de 2017
SANSÃO COMETEU SUICÍDIO? É PREFERÍVEL SER UM CRENTE FIEL MORTO À UM HERÓI LONGE DO SENHOR.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
10 RAZÕES PARA A PREGAÇÃO DA PALAVRA SER O CENTRO DOS NOSSOS CULTOS
segunda-feira, 28 de maio de 2012
TRÊS VERDADES BÍBLICAS SOBRE O AMOR
domingo, 18 de março de 2012
TRÊS VERDADES BÍBLICAS SOBRE O AMOR.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Se os tubarões fossem “líderes” religiosos modernos...

Recentemente tive acesso a um texto que há muito tempo não lia, chama-se “Se os tubarões fossem homens”. Esta obra foi escrita no início do século XX, pelo poeta alemão e comunista Bertold Brecht, onde o autor traça uma forte crítica a sociedade capitalista moderna. Quanto a crença religiosa do autor, em nada nos acrescentará, contudo o teor de sua crítica esta bem viva, não apenas em nossa sociedade, mas especialmente, em nossas Igrejas. Vejamos, a nossa humilde paráfrase do texto:
“Se os tubarões fossem “líderes” religiosos modernos...
Sem dúvidas eles criariam no fundo mar umas imensas caixas, que chamariam de templos, onde teriam ar condicionados, cadeiras confortáveis, símbolos judaícos, bandeiras de Israel e tudo que desse um “ar de sobrenatural” a estas caixas, para que os peixinhos que lá entrassem se sentissem encantados com toda a estrutura e nem percebessem que estavam sendo enganados pelos discursos dos tubarões e serviriam posteriormente como alimentos para eles.
Se os tubarões fossem “líderes” religiosos modernos....
Eles encantariam os peixinhos pelo seu tamanho e poder. Ensinariam a eles que quanto mais se entregassem em sacrifícios, mais eles seriam abençoados e chegariam a ser como os grandes tubarões. Mostraria que quanto mais eles fizessem um voto grandioso, esquecendo-se inclusive de suas famílias, eles teriam o tão invejado “poder” que foi entregue aos tubarões, e que somente eles, os tubarões, poderiam dar aos pobres peixinhos. Os tubarões diriam que somente na sua caixa os peixinhos encontrariam a verdade, pois receberão uma revelação “sobrenatural” e ninguém poderia julgá-los!
Se os tubarões fossem “líderes” religiosos modernos....
Criariam logo uma rede de rádio, TV e fundariam uma escola de formação de “lideres”, onde poderiam propagar para mais peixinhos que o melhor lugar para estarem era em suas caixas e que lá teriam poder e seriam semelhantes a eles. Muitos peixinhos desejosos em serem iguais aos tubarões iriam defendê-los e dizer que eles só querem o bem dos peixinhos, portanto, seguindo os tubarões seriam felizes.
Através de seus programas de TVs, encantariam mais peixinhos e arrebanhariam alguns outros peixes livres para as suas caixas e desta forma teriam “alimento” para um bom tempo. Nas escolas de formação deixariam vagas para alguns peixinhos, que se sentiriam lisonjeados e trabalhariam duro para encherem novas caixas para os tubarões.
Veríamos inclusive guerra entre grandes tubarões através de seus programas de rádio e TV. Se ofenderiam, trocariam acusações, defenderiam as suas verdades e acusariam o outro tubarão de desejar apenas se alimentar dos indefesos peixinhos. Contudo, no final de tudo todos os tubarões almejavam a mesma coisa: comer os peixinhos!
Se os tubarões fossem “líderes” religiosos modernos....
Os peixinhos não conseguiriam ver seu fim, pois já estavam fascinados com a possibilidade de ter poder, de serem iguais aos grandes tubarões. Mas nada disto, admiração, fidelidade e dedicação, livrariam os pobres peixinhos de servirem apenas para uma coisa: ALIMENTAR OS TUBARÕES!
Resumindo: Se os tubarões fossem "líderes" modernos, eles se auto proclamariam Patriarcas, Apóstolos, Bispos ou talvez semi-deuses!
Reflexivamente em Cristo,
Jefferson Rodrigues
sábado, 17 de dezembro de 2011
Não sou de ferro! Sou de barro!

Texto base: Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós. (2 Cor 4:7)
Sabe quando você acorda e parece que aquele dia não é pra ser vívido, ou que você está no lugar errado, meio assim: Pare o mundo que eu quero descer! Pois é meus amados, tem dias que me sinto assim. Tem dias que acordo desanimado, sem vigor e pensando que a vida não faz sentido. Digo a todos: sou de barro! Não sou de ferro!
Percebo que um grande mal que aflige a Igreja, em especial, a liderança é a síndrome do Super Homem. Parece que somos feitos de ferro e que nunca sentimos necessidadeS, ou simplesmente necessidade. Necessidade de conversar, não sobre discussões teológicas intermináveis, mas simplesmente falar coisas simples, bobas e alegres. Necessidade de ser ouvido e não apenas estar sempre pronto para dar uma resposta sábia que todos esperam. Necessidade de errar. Não errar o alvo (pecar, pecado), mas errar na opinião, errar na certeza, voltar e refazer tudo de novo. Temos necessidades, temos angustias e sabe de uma coisa, não estou só!
A bíblia apresenta diversos servos de Deus que se angustiaram que passaram por momentos de desanimo ou até mesmo quiseram desistir. Davi escreve diversos Salmos em meio à tribulação e angustia (Salmo 69:17). Elias encontra-se em tamanha aflição que prefere esconder-se em uma caverna (1 Reis 19:9). Paulo clama ao Senhor por três vezes para que lhe fosse tirado um espinho da carne (2 Coríntios 12:9), mostrando que já não agüentava mais aquela aflição e no final da sua vida preso em Roma escreve a Timóteo dizendo que “ninguém me assistiu na minha primeira defesa , antes todos me desampararam . Que isto lhes não seja imputado.(2 Timóteo 4:16)”, mostrando que estava passando por aflições, tanto que no versículo 9 ele diz a Timóteo “procura vir ter comigo depressa”. São todos exemplos de servos de Deus, mas são todos homens, frágeis, vasos de barro. E por que barro?
Barro significa simplicidade, barro apresenta um caráter de fragilidade, pode ser quebrado. O vaso de barro depende daqueles que cuidam dele, se não houver cuidado especial ele poderá se quebrar. Mas, destacamos um ponto essencial em ser vaso de barro: ainda que se quebre sempre poderá ser refeito nas mãos do Oleiro ( Jeremias 18:4), na mão Daquele que tudo criou. Sempre o Eterno Oleiro poderá fazer um vaso ainda melhor, um vaso de honra na casa de Deus (2 Timóteo 2:20) e este Oleiro celestial estará sempre disposto a dizer a estes vasos: “a minha graça de basta (2 Coríntios 12:9)” e que “o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.(Salmo 30:5)
Que eu possa ser sempre este vaso de barro, e que os amados irmãos também sejam. Para que o Oleiro esteja sempre nos quebrando e fazendo de nós um vaso ainda melhor!
Em Cristo,
Jefferson Rodrigues.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
VÍDEO: EMOCIONANTE...REPETIÇÃO LEVA A DECEPÇÃO.
domingo, 16 de outubro de 2011
Desabafo de Salomão: Tudo é inutil!
Texto base: "Que grande inutilidade!", diz o mestre. "Que grande inutilidade! Nada faz sentido!" (Eclesiastes 1.2, NVI)
Você já leu o livro de Eclesiastes? Se não leu, eu verdadeiramente recomendo! É um livro que mostra alguém que viveu bastante, que já passou por poucas e boas e no fim percebeu que nada valeu apena.
Às vezes me sinto vítima destas vaidades (inutilidades) que tanto o Pregador Salomão denunciou em suas palavras. Vivemos numa sociedade onde somos sufocados pela imprensa com seu marketing, pelo consumo capitalista, por uma enxurrada de informação que a todo tempo nos diz: tudo isto ainda é pouco, você precisa de mais. É um sentimento que nos causa insatisfação constante, nada está bom e nós sempre estamos infelizes. Para alguns estudiosos vivemos na geração da depressão, da solidão, da tristeza. Mas como pode tudo isto, se nunca produzimos tanto, se nunca compramos tanto, estudamos tanto? A resposta é bem simples: tudo isto é inútil!
Ao falar sobre inutilidades ou vaidades, Salomão se referia justamente a busca desenfreada por riquezas, por construir palácios, acumular mais e mais bens. Ele escreve este livro na sua velhice e percebe que toda uma vida de correria, de agonia, de prazeres momentâneos, não satisfizeram o desejo de seu coração. É como se houvesse um vazio pleno no peito do mestre Salomão. Este vazio perdurou durante toda a sua vida de busca por fama e glória. É provável que assim como nós, Salomão valorizou as coisas erradas durante a sua vida, mas o que realmente vale apena?
Não quero com este texto fazer uma apologia a negligência, ou mesmo a uma vida ociosa, pois Paulo já nos orientava “que aquele que não quiser trabalhar, não coma” (2 Tessalonicenses 3.10). Portanto, sabemos do valor de uma vida produtiva e sabemos que o Reino de Deus já esta entre nós (Lucas 17.21), sendo assim devemos trabalhar para o crescimento deste Reino. Mas o meu questionamento está naquilo que realmente valorizamos. Nosso amado Mestre Jesus deixou um grande mandamento: “Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos ameis” (João 15.12). Parece utopia filosófica, mas tudo meu caro, passa pelo amor. A vida só faz sentido se realizarmos nossas tarefas com amor, dedicação. Não adianta em nada trabalharmos o dia todo, a noite toda e não amarmos nossas famílias, não dedicarmos tempo para nossos irmãos. De nada vale todos os fins de semana irmos a Igreja, fazermos doações suntuosas, mas se não tivermos Amor, de nada vale. Paulo nos orienta, em 1 Coríntios 13, que se não tiver Amor nada vale apena, poderíamos dizer que tudo é inútil!
Ao falar sobre as angustias do dia-a-dia Jesus nos orientava a buscar aquilo que realmente vale apena, ou seja, o Reino de Deus (Mateus 6.33). E o Reino de Deus nada mais é que o Amor personificado entre os homens. No Reino de Deus é manifesta a paz entre os irmãos, o perdão, a comunhão, o cuidado com o próximo, afinal, este Reino não é feito por mãos de homem, mas da manifestação do Espírito Santo de Deus (Romanos 14.17). Neste reino o predomínio é o Amor!
Amar é o segredo. E amar significa respeitar, obedecer e dar o melhor de nós mesmo para o outro. Por isto Salomão conclui seu livro com a seguinte expressão: Agora que já se ouviu tudo, aqui está a conclusão: Tema a Deus e obedeça aos seus mandamentos, porque isso é o essencial para o homem. Pois Deus trará a julgamento tudo o que foi feito, inclusive tudo o que está escondido, seja bom, seja mau. (Eclesiastes 12.13,14).
Portanto, observamos que de nada valerá ganharmos o mundo inteiro e perdemos nossa vida, nossa alma e a companhia daqueles que nos amam realmente (Marcos 8.36). Reflita sobre a sua vida, o seu tempo, suas prioridades e lembre-se que tudo isto é passageiro, tudo isto é vaidade!
Amorosamente em Cristo,
Jefferson Rodrigues




