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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

5 PASSOS PARA MATAR UM CRISTÃO FRACO NA FÉ


Por Jefferson Rodrigues

Texto base: Mas nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos. (Romanos 15.1)
Depois de analisar alguns depoimentos de novos convertidos, e de irmãos que se reconciliaram, bem como de tantos outros que ainda encontram-se desviados, decidi elaborar cinco passos (e poderíamos citar muitos mais) que você poderá dar para “matar” (espiritualmente é claro!) um irmão (ã) que se encontra fragilizados em sua fé . Vejamos:
1. Nunca cumprimente ou abrace-o após sua decisão por Cristo ou reconciliação. Se você deseja realmente que este irmão, que acabou de enfrentar seu ego e decidiu entregar sua vida a Cristo ou pediu perdão público pelo seu pecado, não permaneça na SUA Igreja, NUNCA, mais NUNCA mesmo demonstre afeto por ele (a) e muito menos deixe que este irmão (a) compartilhe com você a alegria de abandonar sua vida mundana e pecaminosa.
2. Jamais demonstre interesse por sua vida pessoal. Quando você encontrar este irmão (a) não faça perguntas tolas, do tipo: Como foi o seu dia (ou semana)? Sua família está te dando força nesta nova caminhada? Você está precisando de ajuda para conhecer melhor a Bíblia ou o ambiente da Igreja? Lembre-se que fazendo isto ele poderá se sentir em família e pode querer continuar em SUA Igreja.
3. NUNCA, em hipótese NENHUMA, faça uma visita. Uma pessoa que viveu uma vida inteira, ou parte dela, cercada por pessoas que nada tem haver com Evangelho, não vai precisar de novas companhias cristãs, afinal tudo que ela precisa aprender, dividir e compartilhar poderá ser feito nos 10 minutos após o final do culto, do lado de fora do portão da Igreja.
E não esqueça: se ele (a) não pediu uma visita é porque não quis!
4. Não convide esta pessoa para participar dos eventos e das atividades da Igreja. Caso você faça isto ele (a) não irá abandonar a Igreja conforme o planejado e você não terá sucesso em seu propósito, pois ao se sentir parte da Igreja participando dos eventos e atividades ele (a) não sentirá mais desejo de estar ao lado das velhas companhias.
5. Você não deve se sentir culpado por ele (a) estar se afastando da Igreja. Este é o passo mais importante! Esqueça aquele besteirol ensinado na Parábola das 100 Ovelhas (Lucas 15.3-7), onde o Bom Pastor deixa 99 ovelhas saudáveis no aprisco (Igreja) para ir atrás de APENAS 1 (UMA) que se havia perdido e traz ela de volta nos ombros cheio de alegria. Coloque sempre a culpa nesta pessoa que não teve a capacidade de interagir com o seu grupinho ( irmãos?), ou ainda não possuiu a força de vontade suficiente para abandonar sua vida antiga. GUARDE BEM: Você não precisa mudar em nada, quem chega na Igreja ou se reconcilia é que precisar se adaptar a você!
SE VOCÊ CONSEGUIU REALIZAR TODAS ESTAS ETAPAS COM LOUVOR, “MEUS PARABÉNS”! AGORA VOCÊ JÁ PODE SER CONSIDERADO UM MATADOR DE IRMÃO (A) FRACO NA FÉ!

Clamando pela misericórdia de Cristo,
Jefferson Rodrigues.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

E SE EU PECAR??


Por Jefferson Rodrigues

Texto base: “Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor [advogado] junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (I Jo 2.1, NVI)
* Nota: Este texto foi publicado neste blog originalmente em 21/07/2012, porém, nunca foi tão atual! Espero que edifique sua vida, como tem me edificado hoje, 4 anos após sua publicação inicial.
Esta semana, durante o serviço de rotina, no turno da tarde, me deparei com um caso que me fez refletir sobre até onde pode ir o sentimento de culpa em uma pessoa, em especial, em nós cristãos. O caso foi o seguinte:
Por volta das 16:00h seguiamos por uma importante avenida da zona Sul de Teresina, o trânsito muito intenso, quando ao longe minha equipe e eu contemplamos um aglomerado de pessoas, já nos questionavamos sobre o que seria, talvez um assalto, uma briga, ou o mais provável, um acidente de trânsito. Não era nada disso. Sentada no meio fio, sendo consolada por um homem com um uniforme de uma empresa, de cor azul, estava uma jovem que não tinha mais que 20 anos, branca, de cabelos negros, com o aspecto frágil, pele pálida e aparentando uma forte opressão. Aquela jovem que poderia estar vivendo o auge de sua vida, que poderia ser um exemplo de felicidade, de vigor, acabara de tentar o suicidio!
Foi uma cena chocante e ao mesmo tempo reflexiva. Sabe aquele homem que a consolava quando chegamos? Era um servo de Deus que passava pelo local e agora orava por ela, mostrava que ela tinha valor para Deus, e nada do que ela tinha feito importava mais para o Senhor, dizia que alguém a amava mais que qualquer pessoa na Terra, este alguém era Jesus. Neste momento, uma manifestação demoniaca aconteceu, a jovem começou a salivar, a se contorcer ao chão, meus companheiros de trabalho ficaram assustados – estavam acostumados com outros tipos de situações. Mesmo com esta cena posta, um pequeno círculo de oração se fez naquele lugar - já não parecia uma ocorrência policial, mas sim espiritual! Foram momentos de orações e através da misericórdia do Senhor aquela jovem retornou as suas faculdades naturais, estava liberta daquela opressão demoniaca. Algo surpreendente aconteceu, pois, sentada ali mesmo, no meio fio de uma grande avenida, aquela jovem abraçou o irmão e chorou. Diante de um grupo de curiosos confessou a Jesus como Senhor de sua vida, e já não parecia tão frágil.
Logo seu irmão chegou, alguém havia informado à seus familiares. Não me contive, queria esclarecer a dúvida que me pertubava. De início perguntei se a garota tinha crises depressivas constantes. Prontamente me veio um sim. Logo emplaquei outra pergunta, que na realidade era o que eu queria saber. Perguntei se era probelma com namorado e o jovem respondeu positivamente. Não tive dúvidas em constatar, que aquele caso tratava-se de mais um em que jovens não sabem lidar com o namoro ou com o pecado ocasionado com o namoro, quando este namoro não está na vontade do Senhor. É ai que o inimigo se aproveita da fragilidade humana e mostra que nada vale apena, e diz que o melhor seria morrer. ( I Pd 5.8)
Eu não sei o que houve com aquela garota, sei porém, que o amor do Senhor lhe foi apresentado e que a misericordia de Deus à alcançou, pois se assim não fosse, ela teria conseguido atingir seu objetivo inicial, morrer. Ficou uma indagação em meu coração: como nossos irmãos, em especial jovens, lidam coma queda ou com a possível falha na caminhada cristã? Aquela jovem talvez não conhecesse a Jesus (confesso que não sei), mas os nossos irmãos, como suportam isso sem ceder as investidas do inimigo?
Não pretendo de forma alguma apontar uma formula mágica contendo a receita exata de como lidar com esta situação. Nem quero expor aqui um debate exegético sobre o tema. Quero porém levantar este questionamento, esta possibilidade. Pois o que é posto em nossas igrejas é a infalibilidade do cristão. O viver em santidade deve ser a regra do cristão, porém como agir se houver a excessão de falhar?
Meus amados, quisera eu viver num estado pleno de santidade! Infelizmente todos os dias estamos sujeitos as tentações da carne, as investidas do inimigo de nossas almas (Jo 10.10) e podemos sim, num momento, em que estivermos desatentos, falhar. O importante, porém é saber que, ainda que não sejamos perfeitos, o Senhor nos ama e está disposto a nos perdoar. Ele mesmo nos ensinou a perdoar infinitamente (Mt 18. 21,22). No entanto, é necessário reconhecer nosso erro e mudar de atitude, buscar forças no Senhor, afinal, é Ele que nos concede o livramento (I Cor 10.13), é Ele que nos fortalece quando estamos fracos (II Cor 12.10) e é dEle que vem o nosso socorro ( Sl 121.1). A misericórdia do Senhor é tão imensa que Ele enviou um servo dEle, em meio a uma avenida, em pleno horário de trabalho, para livrar aquela garota. O Senhor tem um cuidado especial. Deus não usou aquele irmão para condenar a jovem, mas usou para levar uma mensagem de libertação para aquela pessoa que tanto precisava. Assim o Senhor faz conosco, mostra o seu infinito Amor (Jo 3.16) e nos perdoa e ainda nos garante a salvação! (Jo 8.11).
Com isso, não estamos concordando com o pecado, pois sabemos que o Senhor é Santo (I Pedro 1.16) e devemos buscar esta santidade. Mas concordamos com João ao dizer que escrevia tais coisas para que os servos do Senhor não pecassem (I Jo 2.1), porém, se por uma infelicidade, por uma falha, por uma fraqueza, eles vacilassem, não deveriam suicidarem-se, nem fisicamente, nem espiritualmente como muitos fazem abandonando de vez o convívio com o Senhor. Antes, porém, deveriam lembrar que tinham um advogado, alguém pronto a interceder por eles, era Jesus Cristo, o Justo. Lembre-se fomos comprados por um alto preço ( I Cor 7.23) e o nosso resgate foi pago com preço de sangue ( I Pd 1.18), portanto, somos especiais para Deus e a semelhança do filho pródigo (Lc 15.11) que foi beijado e abraçado pelo Pai quando retornou para casa, assim somos nós quando percebemos qual é melhor lugar para estar e este lugar sempre será na casa do Pai!

Em Cristo,
Jefferson Rodrigues


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Evangelho da ação = Evangelização!



Texto base: “Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber;” (Mateus 25.42)


Eis uma difícil pergunta: o que posso fazer para ser salvo (Atos 16.31)? Se você é cristão de confissão evangélica saberá que a resposta é bem simples, ou seja, nada que você fizer lhe garantirá a salvação (Efésios 2.8), pois a salvação é um presente de Deus para a humanidade e só Ele concede esta dádiva (Mateus 19.26). E com base neste conceito de salvação pela Graça de Deus, surge um excelente argumento para não cumprir nossas obrigações para com o ser humano, afinal, não preciso de boas obras para demonstrar a minha salvação, dirão alguns. Mas será que é isto que a Santa Palavra de Deus nos ensina?

Analisando cuidadosamente os discursos do Mestre Jesus e todo o contexto das Epístolas escritas pelos apóstolos Paulo e de Tiago, entendi o quanto temos sido negligentes com a nossa sociedade. Jesus comparou o Reino dos Céus ao fermento que uma mulher lança sobre uma massa e a faz crescer grandiosamente (Mateus 13.33). Nesta parábola Ele nos faz entender que apesar de sermos pequenos (fermento) ante a grandeza do mundo (massa), devemos influenciar (levedar) toda a massa, devemos estar presentes tanto na esfera espiritual, como na esfera física! Infelizmente muitos preferem fingir que possuem uma espiritualidade exagera, eximindo-se de suas obrigações sociais com o próximo. Não é isto que Jesus nos ensina. Ele nos mostra que o amor ao próximo é tão importante quanto o amor que devemos dispensar a Deus (Marcos 12.33; Lucas 10.27,28). Neste sentido o apóstolo João completa e nos diz: “Se alguém afirmar: "Eu amo a Deus", mas odiar seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê.”(1 João 4.20)

Eis outro questionamento: Quem é meu próximo para que possa ajudá-lo? Alguns dirão que são meus familiares, irmãos de fé, ou simplesmente aqueles que são simpáticos às minhas idéias. Errado! É claro que estas pessoas merecem nossa atenção e devem ser prioridade em nossas vidas (1 Timóteo 5.8), contudo não se restringe a este grupo. Quando o Mestre Jesus nos ensina sobre o próximo (Lucas 10.30), ele cita o exemplo de jovem judeu que sofreu um assalto, foi espancado e ficou jogando no caminho que ia para Jerusalém. Nesta parábola, vários religiosos passam, mas não ajudam aquele jovem, contudo o mais improvável de todos estende a mão, alguém que por questões culturais não se dirigia aos judeus, era um homem samaritano. Ele não se deteve em questões de língua, religião, diferenças sociais, ele olhou para um ser humano precisando de ajuda. Aquele jovem samaritano cuidou do homem que precisava de ajuda e Jesus ressaltou que aquela era uma atitude de amor ao próximo (Lucas 10.37).

Mas quem se disponibiliza a cuidar do social, a fazer doações aqueles que necessitam? Como cristãos que se dizem salvos, conseguem não cuidar dos que precisam? Deixo as palavras do Apóstolo Tiago: De que adianta, meus irmãos, alguém dizer que tem fé, se não tem obras? Acaso a fé pode salvá-lo? Se um irmão ou irmã estiver necessitando de roupas e do alimento de cada dia. E um de vocês lhe disser: "Vá em paz, aqueça-se e alimente-se até satisfazer-se", sem porém lhe dar nada, de que adianta isso? Assim também a fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta. (Tiago 2.14-17). Paulo nos faz perceber esta necessidade ao dizer que somos salvos para praticarmos boas obras, vejamos: “Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos. (Efésios 2.10)”. Portanto, se você é cristão, salvo pela graça de Deus, entenda isto: VOCÊ DEVE AJUDAR O PRÓXIMO, você precisa demonstrar esta salvação, amando aqueles que necessitam, independente do credo religioso ou da condição social desta pessoa! Façamos a diferença e sejamos luz em meio as trevas (Mateus 5.16).


Piedosamente em Cristo,
Jefferson Rodrigues

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O herege... Será que não agimos assim?!



Conclusão:

Jesus ensina a amar o próximo, não importando seu credo religioso. Lembre-se sempre do exemplo deixado pelo Mestre na Parábola do Bom Samaritano (Lc 10.33). Não seja um religioso, seja um discípulo de Cristo!

domingo, 21 de agosto de 2011

O herege... Será que não agimos assim?!




Conclusão:

Jesus ensina a amar o próximo, não importando seu credo religioso. Lembre-se sempre do exemplo deixado pelo Mestre na Parábola do Bom Samaritano (Lc 10.33). Não seja um religioso, seja um discípulo de Cristo!



Colaboração: Jefferson Rodrigues