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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Judas escolheu a morte, e você?



Texto base: "Hoje invoco os céus e a terra como testemunhas contra vocês, de que coloquei diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a maldição. Agora escolham a vida, para que vocês e os seus filhos vivam” (Deuteronômio 30.19)

Um dos personagens mais controversos existente na Bíblia, em especial no Novo Testamento, é Judas Iscariotes. Na história do cristianismo ele tem provocado amor, tendo inclusive seguidores, ódio, compaixão e ira. Todos estes sentimentos são motivados pela ação que marcaria a sua vida, a traição e entrega de Cristo aos judeus. Mas será que foi apenas Judas que traiu Jesus? Veremos que não. Contudo ficará claro a diferença entre este e os demais apóstolos.

A respeito do caráter de Judas e seu comportamento como discípulo de Cristo, deixaremos claro que desde o princípio ele teve intenções não muito honestas, como por exemplo, furtar o dinheiro que lhe foi entregue para administrar (João 12.6), além de não compreender o que era mais importante para o reino de Deus. Contudo, ele não era o único que não compreendia o propósito de Deus para sua vida, assim como para humanidade. Vejamos o caso de Pedro.

Pedro era um homem rude, um simples pescador (Mateus 4.18) e como tal, levava uma vida sem requintes educacionais, porém ao ouvir Jesus chamá-lo, não teve dúvidas seguiu o mestre (Mateus 4.20). Mesmo diante desta ação, a vida de Pedro é marcada por autos e baixo. Em um instante ele deixa Deus usar os seus lábios ( Mateus 16.17) e no momento seguinte deixa o diabo usá-los( Mateus 16.22). Num momento sente-se tão forte espiritualmente que decide andar sobre as águas, a exemplo de Jesus (Mateus 14.28), e em seguida afunda por sua fé ser apenas aparente (Mateus 14.31). Pedro era um homem cheio de paixões, com as emoções a flor da pele e que mesmo ouvindo diversas vezes o Mestre dizer que teria que morrer na cruz, ele não compreendia e ainda afirmava que nunca deixaria o Mestre (Mateus 26.33). Contudo, este mesmo discípulo que afirmou: “[...] Ainda que todos se escandalizem em ti, eu nunca me escandalizarei.” (Mateus 26.33), traiu Jesus, negou por três vezes que o conhecia. Pedro teve medo do que todos poderiam pensar a seu respeito, ou ainda, teve medo de passar pelo mesmo sofrimento que Jesus passava. Sua angustia foi tremenda! A Palavra de Deus usa uma expressão que mostra o peso da traição para Pedro, ela afirma que “[...] saindo dali, Pedro chorou amargamente”(Mateus 26.75). Ele sabia o erro que tinha cometido ao negar que conhecia Jesus por três vezes. É neste ponto que podemos ver sua semelhança com Judas.

Judas também percebeu que tinha cometido um erro (Mateus 27.3), tanto que devolveu as moedas que recebera para trair Jesus. Mas o que o tornou diferente de Pedro? E dos demais discípulos que não estavam nem presentes durante o julgamento de Jesus? Por que ele escolheu a morte? São muitas indagações sobre este personagem, porém, uma resposta temos com toda convicção: ele não conhecia o amor de Deus. Todos os demais apóstolos erraram, todos abandonaram Jesus, portanto, traíram o Mestre. Mas eles não desistiram, eles compreendiam que o Senhor podia lhes perdoar, ainda que seus pecados fossem grandes, sabiam que maior seria a misericórdia de Deus (Lucas 7.47), pois “[...] ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.”(Isaias 1.18). Esta é a promessa que o Senhor tem para todos que se arrependem de seus erros. Contudo, Judas não creu nesta promessa, ele preferiu deixar a culpa, o remorso encher seu coração e por fim entregar sua vida nas mãos do diabo que tenta a todo custo destruir a vidas das pessoas (1 Pedro 5.8). Judas, enforcou-se (Mateus 27.5)

Aprendemos uma forte lição ao analisarmos estes dois casos. Percebemos que somos passiveis de pecar (Romanos 3.23), de trair Jesus, nos tornando culpados da morte de Cristo (1 Coríntios 11.27), mas como vamos encarar este momento? Seguiremos o exemplo de Pedro ou de Judas? Pedro reconheceu seu erro, arrependeu-se e continuou a caminhada, agora com mais maturidade, com mais sabedoria e menos euforia (João 21.17) e tendo a certeza de que temos um advogado, que chama-se Jesus Cristo o Justo (1 João 2.1).

Assim, por mais que você tenha errado não desista! Não deixe o inimigo sufocar você, saiba que “[...] onde o pecado abundou, superabundou a Graça” (Romanos 5.20). A misericórdia de Deus é maior na sua vida e não se esqueça que Jesus veio para salvar o mundo e não para condená-lo (João 3.17), porém, Ele só te pede uma coisa: “[...] vá e não peques mais”(João 8.11).

Esperançosamente em Cristo,

Jefferson Rodrigues.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Como somos frágeis!


Imagine alguém que, a nosso ver, não poderia pecar! Uma pessoa que já experimentou o favor de Deus de modo grandioso. Viu livramentos da morte e ainda foi escolhida para governar um povo pelo próprio Deus! Esta pessoa chama-se Davi, um homem como eu e você, mas que teve suas fraquezas, suas fragilidades. Alguém que errou muito, mas que pode experimentar quão grande Amor e perdão vem da parte de Deus. Davi buscou em Deus o perdão para as suas falhas e ficou conhecido como “um homem segundo o coração de Deus”(Atos 13.22). Veja o Salmo a seguir que fala deste momento de arrependimento e perdão:

1 Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões. 2 Lava-me de toda a minha culpa e purifica-me do meu pecado. 3 Pois eu mesmo reconheço as minhas transgressões, e o meu pecado sempre me persegue.

4 Contra ti, só contra ti, pequei e fiz o que tu reprovas, de modo que justa é a tua sentença e tens razão em condenar-me. 5 Sei que sou pecador desde que nasci, sim, desde que me concebeu minha mãe. 6 Sei que desejas a verdade no íntimo; e no coração me ensinas a sabedoria.

7 Purifica-me com hissopo, e ficarei puro; lava-me, e mais branco do que a neve serei. 8 Faze-me ouvir de novo júbilo e alegria, e os ossos que esmagaste exultarão. 9 Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniqüidades.

10 Cria em mim um coração puro, ó Deus, e renova dentro de mim um espírito estável. 11 Não me expulses da tua presença, nem tires de mim o teu Santo Espírito. 12 Devolve-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito pronto a obedecer. 13 Então ensinarei os teus caminhos aos transgressores, para que os pecadores se voltem para ti. 14 Livra-me da culpa dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação! E a minha língua aclamará a tua justiça.

15 Ó Senhor, dá palavras aos meus lábios, e a minha boca anunciará o teu louvor. 16 Não te deleitas em sacrifícios nem te agradas em holocaustos, se não eu os traria. 17 Os sacrifícios que agradam a Deus são um espírito quebrantado; um coração quebrantado e contrito, ó Deus, não desprezarás. 18 Por tua boa vontade faze Sião prosperar; ergue os muros de Jerusalém. 19 Então te agradarás dos sacrifícios sinceros, das ofertas queimadas e dos holocaustos; e novilhos serão oferecidos sobre o teu altar. (Salmo 51)

Perdoado em Cristo,

Jefferson Rodrigues

sábado, 1 de outubro de 2011

Judas escolheu a morte. E você?



Texto base: "Hoje invoco os céus e a terra como testemunhas contra vocês, de que coloquei diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a maldição. Agora escolham a vida, para que vocês e os seus filhos vivam” (Deuteronômio 30.19)

Um dos personagens mais controversos existente na Bíblia, em especial no Novo Testamento, é Judas Iscariotes. Na história do cristianismo ele tem provocado amor, tendo inclusive seguidores, ódio, compaixão e ira. Todos estes sentimentos são motivados pela ação que marcaria a sua vida, a traição e entrega de Cristo aos judeus. Mas será que foi apenas Judas que traiu Jesus? Veremos que não. Contudo ficará claro a diferença entre este e os demais apóstolos.

A respeito do caráter de Judas e seu comportamento como discípulo de Cristo, deixaremos claro que desde o princípio ele teve intenções não muito honestas, como por exemplo, furtar o dinheiro que lhe foi entregue para administrar (João 12.6), além de não compreender o que era mais importante para o reino de Deus. Contudo, ele não era o único que não compreendia o propósito de Deus para sua vida, assim como para humanidade. Vejamos o caso de Pedro.

Pedro era um homem rude, um simples pescador (Mateus 4.18) e como tal, levava uma vida sem requintes educacionais, porém ao ouvir Jesus chamá-lo, não teve dúvidas seguiu o mestre (Mateus 4.20). Mesmo diante desta ação, a vida de Pedro é marcada por autos e baixo. Em um instante ele deixa Deus usar os seus lábios ( Mateus 16.17) e no momento seguinte deixa o diabo usá-los( Mateus 16.22). Num momento sente-se tão forte espiritualmente que decide andar sobre as águas, a exemplo de Jesus (Mateus 14.28), e em seguida afunda por sua fé ser apenas aparente (Mateus 14.31). Pedro era um homem cheio de paixões, com as emoções a flor da pele e que mesmo ouvindo diversas vezes o Mestre dizer que teria que morrer na cruz, ele não compreendia e ainda afirmava que nunca deixaria o Mestre (Mateus 26.33). Contudo, este mesmo discípulo que afirmou: “[...] Ainda que todos se escandalizem em ti, eu nunca me escandalizarei.” (Mateus 26.33), traiu Jesus, negou por três vezes que o conhecia. Pedro teve medo do que todos poderiam pensar a seu respeito, ou ainda, teve medo de passar pelo mesmo sofrimento que Jesus passava. Sua angustia foi tremenda! A Palavra de Deus usa uma expressão que mostra o peso da traição para Pedro, ela afirma que “[...] saindo dali, Pedro chorou amargamente”(Mateus 26.75). Ele sabia o erro que tinha cometido ao negar que conhecia Jesus por três vezes. É neste ponto que podemos ver sua semelhança com Judas.

Judas também percebeu que tinha cometido um erro (Mateus 27.3), tanto que devolveu as moedas que recebera para trair Jesus. Mas o que o tornou diferente de Pedro? E dos demais discípulos que não estavam nem presentes durante o julgamento de Jesus? Por que ele escolheu a morte? São muitas indagações sobre este personagem, porém, uma resposta temos com toda convicção: ele não conhecia o amor de Deus. Todos os demais apóstolos erraram, todos abandonaram Jesus, portanto, traíram o Mestre. Mas eles não desistiram, eles compreendiam que o Senhor podia lhes perdoar, ainda que seus pecados fossem grandes, sabiam que maior seria a misericórdia de Deus (Lucas 7.47), pois “[...] ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.”(Isaias 1.18). Esta é a promessa que o Senhor tem para todos que se arrependem de seus erros. Contudo, Judas não creu nesta promessa, ele preferiu deixar a culpa, o remorso encher seu coração e por fim entregar sua vida nas mãos do diabo que tenta a todo custo destruir a vidas das pessoas (1 Pedro 5.8). Judas, enforcou-se (Mateus 27.5)

Aprendemos uma forte lição ao analisarmos estes dois casos. Percebemos que somos passiveis de pecar (Romanos 3.23), de trair Jesus, nos tornando culpados da morte de Cristo (1 Coríntios 11.27), mas como vamos encarar este momento? Seguiremos o exemplo de Pedro ou de Judas? Pedro reconheceu seu erro, arrependeu-se e continuou a caminhada, agora com mais maturidade, com mais sabedoria e menos euforia (João 21.17) e tendo a certeza de que temos um advogado, que chama-se Jesus Cristo o Justo (1 João 2.1).

Assim, por mais que você tenha errado não desista! Não deixe o inimigo sufocar você, saiba que “[...] onde o pecado abundou, superabundou a Graça” (Romanos 5.20). A misericórdia de Deus é maior na sua vida e não se esqueça que Jesus veio para salvar o mundo e não para condená-lo (João 3.17), porém, Ele só te pede uma coisa: “[...] vá e não peques mais”(João 8.11).

Esperançosamente em Cristo,

Jefferson Rodrigues.